A Prefeitura de Belém, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Sesma), jádisponibiliza a insulina glarginana rede municipal de saúde por meio do programa do Ministério da Saúde (MS) detransição da insulina NPHpara a insulina análoga glargina. A iniciativa contempla inicialmente1.550 pacientesque atendem aos critérios estabelecidos pelo Ministério da Saúde e conta com cerca de5 mil refisdistribuídos às Unidades Básicas de Saúde (UBSs).
Na Atenção Primária à Saúde, Belém possui aproximadamente57.248 pacientes com diabetes cadastrados no sistema e-SUS. Parte desse público recebe acompanhamento peloPrograma Hiperdia nas unidades municipais, com tratamentos que incluem medicamentos orais e insulinoterapia.
O acesso à glargina nas Unidades Básicas de Saúde contemplacrianças e adolescentes a partir de 2 anos e menores de 18 anos com diabetes tipo 1, além de pessoas com70 anos ou mais com diabetes tipo 1 ou tipo 2, conforme os critérios do Ministério da Saúde. Pacientes de outras faixas etárias devem procurar o protocolo da Sesma, localizado na avenida Governador José Malcher, nº 2821, no bairro de São Brás.
A insulina glargina é ummedicamento de ação prolongada, com cobertura que pode chegar a aproximadamente 24 horas, geralmente com uma aplicação diária, conforme a prescrição médica. A apresentação emcanetas aplicadorastambém podefacilitar o manuseio e a administração, trazendo mais praticidade à rotina dos pacientes.
Enquanto a glargina tem ação prolongada, a insulina NPH é de ação intermediária e pode exigir mais de uma aplicação ao dia, dependendo do tratamento prescrito. A escolha do medicamento considera asnecessidades clínicas de cada paciente, e qualquer mudança deve ser orientada eacompanhada por profissionais de saúde.
A distribuição inicial contempla cerca de 5 mil refis para atender ao público elegível à transição para a glargina. A quantidade dispensada a cada paciente varia conforme a prescrição médica e as necessidades individuais do tratamento.
O custo comercial de cada refil de insulina glargina é em média deR$ 62,39, garantindo uma economia para os pacientes que dependem do medicamento para o tratamento.
Os pacientes que atendem aos critérios do programa devemprocurar uma UBS mais próximapara avaliação da equipe responsável. Para as demais faixas etárias, o atendimento ocorre no protocolo da Sesma, conforme o fluxo estabelecido pela Secretaria.
Os novos pacientes devem apresentarprescrição médica com validade de seis meses, laudo médico com o Código Internacional de Doenças (CID), com validade de 12 meses, documento pessoal de identificação, comprovante de residência no nome do beneficiárioe Cartão Nacional de Saúde (Cartão SUS).
A Sesma reforça que os pacientesnão devem iniciar, interromper ou modificar o tratamento por conta própria. A utilização da insulina deve seguir a prescrição médica e o acompanhamento da equipe de saúde, garantindo a segurança e a continuidade do cuidado.
A iniciativa buscaampliar as opções terapêuticasoferecidas na rede municipal e qualificar o atendimento às pessoas com diabetes, garantindo orientação profissional e acesso ao medicamento conforme os critérios estabelecidos pelo Ministério da Saúde.
Público-alvo:crianças e adolescentes a partir de 2 anos e menores de 18 anos com diabetes tipo 1, além de pessoas com 70 anos ou mais com diabetes tipo 1 ou tipo 2, conforme os critérios do Ministério da Saúde.
Como ter acesso:procurar a UBS mais próxima
Documentos necessários:prescrição médica com validade de seis meses, laudo médico com o Código Internacional de Doenças (CID), com validade de 12 meses, documento pessoal de identificação, comprovante de residência no nome do beneficiário e Cartão Nacional de Saúde (Cartão SUS).